Numa viagem organizada pelo professor, Antônio Lindvaldo Souza, no dia 19 de junho de 2010, visando conhecer um pouco mais sobre os Engenhos de açúcar do vale do Cotinguiba, visitamos um local que me chamou muita atenção: O Engenho Pedras.
A viagem foi planejada para visitarmos dois locais (duas etapas) - a casa de D. Baby e as ruínas do engenho Pedras - contou com um total de 30 pessoas, entre alunos, professor e motorista. O horário de saída foi aproximadamente 08h10min e o local marcado foi a Universidade Federal de Sergipe. O término da viagem e a chegada a UFS aconteceram por volta das 12h40min.
A casa de D. Baby Leite (1ª etapa)
Saindo da UFS fomos em direção a casa de D. Baby, uma descendente dos senhores de engenho sergipanos. Chegamos às 08h35min, e fomos recebidos com bastante hospitalidade. Ela conserva e nos narra a memória de seus antepassados, os Gonçalo Rollemberg Leite, que além de produtores de açúcar ocuparam diversos cargos públicos e políticos em Sergipe. Ouvimos atentamente a narração e tiramos muitas fotos, pois há por toda a casa objetos, móveis, quadros e fotos dos antigos engenhos e seus ocupantes, constituindo riquíssimo acervo de fontes históricas.
Após café da manhã oferecido por nossa hospitaleira anfitriã, saímos de sua casa em direção às ruínas do engenho Pedras.
O Engenho Pedras (2ª etapa)
Aqui se encontra a parte principal da viagem, onde foram apresentados os seminários e onde pudemos ver as reminiscências do que fora um local de engenho açucareiro.
Saindo da casa de D. Baby, atravessamos o município de Maruim e uma vasta plantação de cana-de-açúcar para então chegar ao engenho Pedras.
Em pouco tempo fizemos o reconhecimento prévio do local, cuja estrutura típica de engenho – casa, capela, senzala – ainda permanece, embora a grande e opulenta casa de engenho esteja em desuso e seja apenas uma sombra do que fora no passado.
Depois da apresentação dos seminários, nós podemos conhecer um pouco mais sobre o Sergipe província e descobrir o quão importante socio e economicamente fora O Engenho Pedras para a história do nosso Estado durante o século XIX.
Conclusão
Essa viagem ampliou nosso conhecimento sobre os engenhos sergipanos com o pragmatismo de uma viagem e a troca de experiências com os colegas e professor. Pudemos, dentre outras coisas, inferir sobre a mentalidade reminiscente da época dos engenhos na D. Baby Leite. Pudemos ver as ruínas da casa de engenho Pedras e toda sua estrutura física e hierárquica, seus moradores (ainda presentes no local), e sua atmosfera que nos levou a imaginar como o fora na época do esplendor de seu funcionamento.
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